Global Social

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Todas Entradas de blog's da rede (5,593)

Confissão

Confissão!



Corro sem saber distância,

acelerando os ventos.

Vou encontrar teus olhos

sem véus... sem teias...

sem limites de amar.

É bom fluir-me neles!

É a parte minha, que se perdeu um dia.

É uma fração da alma,

subdividida,

na sua primeira dor.

Vejo flores no vidro fosco,

com os olhos de chorar

a falta de você.…

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Adicionado por Alvaro Sertano em 31 outubro 2010 às 15:00 — Sem comentários

Velha cómoda

Velha cómoda!



Na velha cómoda desbotada,

preciosas relíquias

dormem em suas gavetas:

Toalhas rendadas

As mesas fartas...

Lençóis amarelecidos

que compartilhavam do prazer e da dor

Roupinhas de crianças,

que já não servem hoje...

As fronhas rendadas,

onde pensamentos eram embaralhados

para povoarem o mundo dos sonhos.

Diante destas…

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Adicionado por Alvaro Sertano em 31 outubro 2010 às 2:00 — Sem comentários

Decepção

Decepção!



Lá fora,

a chuva está caindo

tudo é tristeza, caos... solidão.

Acendo um cigarro

outro e outro mais,

tento dormir mas é inútil.

O barulho da chuva causa-me tédio

e continua a atuar sobre os meus nervos.

Tenho medo da madrugada,

pois será fria e impassível

como a decepção do momento. …



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Adicionado por Alvaro Sertano em 31 outubro 2010 às 2:00 — Sem comentários

Transfiguração

Transfiguração!



Nem sei da sua dor e solidão.

Hoje cheguei,

para lhe ouvir

e repartir o pão.



Seu olhar incerto

seu mundo deserto...

suas mãos sem gestos...

A dor me machucou!

Enfim,

quando vier a noite

e a estrela maior... brilhar!

Você será Luz

e transfiguração! …





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Adicionado por Alvaro Sertano em 31 outubro 2010 às 2:00 — Sem comentários

Mensagem ao Veleiro

Mensagem ao Veleiro!



Estou sozinho

à margem deste mar,

a tua espera!

Busco a calma das canoas sem norte...

sem rumo... sem pressa,

a procura de você!

As distâncias não assustam quem ama.

Pergunto aos ventos

onde estão os meus apêlos!

Perderam-se onde?

No som monotono dos buzios?

Ou no imesurável espaço azul!

Sou feliz nesta espera,…

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Adicionado por Alvaro Sertano em 31 outubro 2010 às 2:00 — Sem comentários

Mea culpa, Mea maxima culpa

Mea culpa, Mea maxima culpa



Que culpa tenho eu

da solidão dos montes,

onde a noite se debruça mansamente

para o aconchego da paz?



Ou se a linha do horizonte interfere...

Divide... separa...

Nos deixando vazios de nós mesmos?



Ou se não danço

sob o céu amarelo, das manhãs tocadas

pelo riso menino, de olhos cheios de paz?



Ou se…

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Adicionado por Alvaro Sertano em 31 outubro 2010 às 2:00 — Sem comentários

Devaneio

Devaneio!



Juntar as penas de andorinhas

soltas ao vento,

e deitar a cabeça para sonhar.

Sonhar com a mão amiga

e espalmada,

que me leva

até a procissão dos vagalumes

que com suas lanternas,

caminham sem direção.

Ouvir o concerto lírico dos sapos

no frio da noite misteriosa e envolvente.

Sentir o perfume das flores vadias

ocultas nas…

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Adicionado por Alvaro Sertano em 31 outubro 2010 às 2:00 — Sem comentários

Fénix

Fénix!



Não posso abraçar

este corpo volátil que me cerca.

Corro ao encontro dos vazios...

das quimeras deste amor incognoscível.

Perambulo nas madrugadas... nos silêncos,

ouvindo acordes perdidos... dissonantes.

Traíu-me a sensibilidade.

Há desconcerto em mim!

Queria abraçar-te muito,

até sentir fagulhas de um amor

ressurgido das cinzas,…

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Adicionado por Alvaro Sertano em 31 outubro 2010 às 2:00 — Sem comentários

O Anjo

O Anjo!



Vi um anjo sentado na pedra,

de asas enormes e pés muito brancos...

Numa veste bonita de fitas azuis...

De mangas e pala bordadas.

Não era igual aos que vi

nas igrejas e capelas...

Sobre ele descia em facho de luz

deixando que eu visse

a beleza dos anjos.

Naquele momento, chegeui a pensar

que outra Virgem seria escolhida.

Mas seus…

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Adicionado por Alvaro Sertano em 31 outubro 2010 às 2:00 — Sem comentários

Amada

Amada!



Amada!

Ilumina inteira

a minha alma

para eu, musicar o teu sorriso...

Celebrar a nobreza

dos teus gestos...

Medrar teus ouvidos

com o vozerio

das cachoeiras uníssonas,

que serpenteiam caminhos.





Alvaro Sertano,

do livro "A Face do…

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Adicionado por Alvaro Sertano em 30 outubro 2010 às 1:30 — Sem comentários

Em ti

Em ti!



Descanso em ti

num súbito passado

alheio às lembranças

fluentes do porvir,

preposto ao pecado

indutor às certezas

redentoras do convir.



Excede o pensamento

refugiado no seblante

corrosivo no lamento

aparatado a virtude

coesa do quebranto,

refutado no sorrir,

profundo e inocente

à verdade alusiva.…

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Adicionado por Alvaro Sertano em 30 outubro 2010 às 1:30 — Sem comentários

Batalhas desiguais

Batalhas desiguais



Sou como as flores

sem escolha de tempo.

Sou acordes dos vendavais

na calada da noite finita.

Quero correr nas montanhas

além da minha vida,

mas estou fadado às lutas

nas batalhas desiguais.

Olhos perdidos de desejos

que desaparecem,

ante o vazio da solitude e

do silêncio,

prontos a mergulharem

no azul cobalto…

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Adicionado por Alvaro Sertano em 30 outubro 2010 às 1:00 — Sem comentários

Canção da ausência

Canção da ausência!



Prá que manhã

se os olhos

semi-cerrados de ausência

não conseguem ver

Tuas lembranças

deixadas ao acaso...



Prá que tarde

se o corpo

cheio de saudade

se torna indferente

como as estátuas

e entorpecido como o ópio...



Prá que noite,

de solidão após o instante

se não sinto

tuas mãos…

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Adicionado por Alvaro Sertano em 30 outubro 2010 às 1:00 — Sem comentários

Eu, mulher

Eu, mulher!



Vou a procura de mim mesma

navego nas marés altas...

merguho nas alma das áuas

deste mar tranquilo e

tropeço em barcos naufragados.

Levanto das ondas

a saia de rendas brilhantes,

a me procurar.

Neste marulhar, não me ausento

e me perco ainda mais.

Estarei presa

de correntes marítimas,

longe de mim?

Ou na liberdade…

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Adicionado por Alvaro Sertano em 30 outubro 2010 às 1:00 — Sem comentários

Apocalipse

Apocalipse!



Escureceram meus olhos na janela...

meus lábos quais portas da rua

se fecharam...

Não me perguntem,

não sei os caminhos da vida.

Antes que se quebem o céu,

antes que semate a terra,

Ilumina meus pés,

para que nao tropecem

nos abraços rejeitados.

Iluminem meus olhos

para que ainda não durmam

o sono da morte.…

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Adicionado por Alvaro Sertano em 30 outubro 2010 às 1:00 — Sem comentários

Falácias

Falácias!



Do amor lentivo

obstante a candura,

olvida o querer

aflorado e tênue

contido ao prazer

nefasto em dor

com a mão reter.

Inerte,

ufano o amor

incondiz a comunhão

no deleite inconstante

proibido à empáfia

no esvair dos sonhos,

Outrora coesos

em plenitude e reciprocidade

adoemecida aos encantos

aquem das…

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Adicionado por Alvaro Sertano em 30 outubro 2010 às 1:00 — Sem comentários

Busca Infinita

Busca Infinita!



Agarra-te a águia

no seu vôo razante,

Mergulha:

Mergula fundo

na dimensão feérica

deste espaço azul poético.

Desvenda mistérios velados

de arcanjos bonachões

de riso fácil e largo,

que afagam teus soluços

e guardam tuas lágrimas

em seus olhos mansos. …





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Adicionado por Alvaro Sertano em 30 outubro 2010 às 1:00 — Sem comentários

Poema a Águia

Poema a Águia!



Agarra-me,

em teu vôo razante

Oh! Mensageira alada

dos recados santos,

e, leva-me embora.

Sou criança mansa,

não temo o desconhecido.

Teu vôo razante,

ultrapassa o limiar da luz.

Impertubável mostra!

Quero sair do círculo...

caminhar reto...

Ouvir um som criado

no momento da celebração.…

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Adicionado por Alvaro Sertano em 30 outubro 2010 às 1:00 — Sem comentários

Libertação

Libertação!



Ando no tempo da procura

batendo as asas de poeira e sal,

n'um riso amargo

qual gorjeta dada

nos bares sujos da periferia.

Ando sozinho margeando o cais

varrendo com o olhar,

embarcações que dançam,

delirando no vento

sua febril solidão.

De repente

desatam-se as amarras.

Atravesso,

o silencio da noite

em…

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Adicionado por Alvaro Sertano em 30 outubro 2010 às 1:00 — Sem comentários

Êxtase

Êxtase!



Nestes silencios

o som se faz paz...

Acaricio a vida

na hospitalidade verde

das ramagens...

No murmurar dos regatos

que passeam;

Amo os gestos de amor,

amo tudo!

Danço na música,

que os ventos regem...

embavecido n'alma.

Solto-me!

Espalho-me nos gestos,

n'uma vibração frenética.

Vôo leve... solto,

em…

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Adicionado por Alvaro Sertano em 30 outubro 2010 às 1:00 — Sem comentários

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