
Para quem gosta realmente de amizade, de aprender e adquirir conhecimentos
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Há, entre nós meu amor
silêncios e palavras
que contém paixão
Esse mar a minha frente
me percebe o olhar
Embarcação pequena
pra te navegar...
Essência encantada
sopra avenas em meu ser
pra te sonhar além do oceano
A outra margem é terra multiforme...
Pudesses mesmo assim
atender-me o apelo
multiplicarias teu beijo
Pra…
Adicionado por Maria Lucia Centelha Luminosa em 6 julho 2019 às 20:30 — Sem comentários

Adicionado por Maria Lucia Centelha Luminosa em 6 julho 2019 às 20:00 — Sem comentários

Certeira. Fatal.
não feriu, nem mal causou
em silêncio trespassa
ponte aguda emoção
desejo. prazer, volúpia
sem intenção...
choque sutil onde pouco ou nada se movia
além de suave pulsação
e escassa energia...
não aniquilou
modificou...
O que, afinal, havia.
naquela flecha que um dia
alguém me…
Adicionado por Maria Lucia Centelha Luminosa em 6 julho 2019 às 20:00 — Sem comentários

Adicionado por Maria Lucia Centelha Luminosa em 6 julho 2019 às 20:00 — Sem comentários

Adicionado por Maria Lucia Centelha Luminosa em 6 julho 2019 às 18:30 — Sem comentários

Adicionado por Maria Lucia Centelha Luminosa em 6 julho 2019 às 18:30 — Sem comentários

Sabem a fome e a sede,
a solidão e a morte
do grito do silêncio...
sabe o tempo
que atravessa as vísceras
da manifestação do amor
que a tudo entremeia e trespassa...
O que pulsa, o que morde
dói e arde...
sabe a agulha fina da existência
que ao levar a linha singular da vida
pelas tramas delicadas dos dias
cose momentos…
Adicionado por Maria Lucia Centelha Luminosa em 6 julho 2019 às 18:30 — Sem comentários

Não haverá lua na vastidão da noite
Para luarizar o amor que me foi prometido
e por nós esculpido
sobre o linho alvo desse leito
se te ausentares daqui...
Não se agitará as cortinas de voil
À passagem alvissareira da brisa
Em corcel airado, apressada a nos saudar
Se daqui não te lembrares...
Descreio até, de…
Adicionado por Maria Lucia Centelha Luminosa em 6 julho 2019 às 15:30 — Sem comentários

Um olhar colhe flores de esperança
Ou o espinho das certezas
por vias estreitas e insuspeitas
ora de velho, ora de criança...
Outro olhar colhe belezas apenas pressentida
e os quase nadas despercebidos
das pequenas coisas
- a grandeza oculta!
Dos mais insignificantes
um movimento cadenciado
ciclos que se abrem e se…
Adicionado por Maria Lucia Centelha Luminosa em 6 julho 2019 às 15:30 — Sem comentários

Adicionado por Maria Lucia Centelha Luminosa em 6 julho 2019 às 14:45 — Sem comentários

Não sabes então do espinho atravessado
nas palavras não ditas?
da respiração ofegante ao silencio imposto
a contragosto?
Mesmo do prazer a morder-te a boca
ao beijo desejado?
Ensinar-te-ei, então, a paciência das longas estações.
A suavizar o tenebroso desamparo que te acomete para que aprendas a ler nas entrelinhas misteriosas dos poemas que rabisco - o risco de amar-me e a aceitar o dito não…
Adicionado por Maria Lucia Centelha Luminosa em 6 julho 2019 às 14:44 — Sem comentários

Adicionado por Maria Lucia Centelha Luminosa em 6 julho 2019 às 14:42 — Sem comentários

Não há muito tempo
O amor me perfumou
Pelo avesso
Não vi o tempo passar
Distrai-me por completo
Eu confesso!
Chegou e floresceu tanto
a minha vida
Que me vi sem idade
Naquela fase de adolescer
Em plena maturidade!
Dei-me por inteira
Sem atinar o perigo
Se falso ou verdadeiro
Como se amar para mim
Fosse a…
Adicionado por Maria Lucia Centelha Luminosa em 6 julho 2019 às 13:13 — Sem comentários

Adicionado por Maria Lucia Centelha Luminosa em 6 julho 2019 às 13:11 — Sem comentários

Adicionado por Maria Lucia Centelha Luminosa em 6 julho 2019 às 13:11 — Sem comentários

Adicionado por Maria Lucia Centelha Luminosa em 6 julho 2019 às 13:10 — Sem comentários

Adicionado por Maria Lucia Centelha Luminosa em 6 julho 2019 às 13:09 — Sem comentários
Quando a gente lê Pessoa
nosso estro sobrevoa
édens de intensa beleza!
Além dessa realidade,
lê-se nele a nua verdade
de que a palavra saudade
só podia ser portuguesa!
Do seu verso a alacridade
se mescla àquela humildade
da flor que nasce no brejo!
E nele a alma lusa entoa
da Mouraria à Madragoa
as cantigas de Lisboa
debruçada sobre o Tejo!…
Adicionado por Patrizia Gardona em 6 julho 2019 às 13:00 — Sem comentários
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