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Lucy Lucia Alves
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Adul Rodri deixou um comentário para Lucy Lucia Alves
21 Set

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Às 7:50 em 2 dezembro 2017, Adul Rodri disse...

Às 1:20 em 21 setembro 2017, Adul Rodri disse...
Cards Adul
Às 0:58 em 21 setembro 2017, Martinha disse...


Às 22:35 em 7 setembro 2017, Adul Rodri disse...
Cards Adul

Às 15:50 em 2 maio 2017, Adul Rodri disse...

Às 3:20 em 14 março 2017, Adul Rodri disse...

Feliz Semana, com muita saúde e amor pelo seu próximo.

Às 19:59 em 31 dezembro 2016, Adul Rodri disse...


Cards da Martinha

Às 12:20 em 25 dezembro 2016, Adul Rodri disse...

Feliz Natal e Prospero Ano Novo

Chove. É dia de Natal.
Lá para o Norte é melhor:
Há a neve que faz mal,
E o frio que ainda é pior.

E toda a gente é contente
Porque é dia de o ficar.
Chove no Natal presente.
Antes isso que nevar.

Pois apesar de ser esse
O Natal da convenção,
Quando o corpo me arrefece
Tenho o frio e Natal não.

Deixo sentir a quem quadra
E o Natal a quem o fez,
Pois se escrevo ainda outra quadra
Fico gelado dos pés.

Autor: Fernando Pessoa, in 'Cancioneiro'


Adul Rodri
Às 1:57 em 14 dezembro 2016, Adul Rodri disse...

Boa noite, feliz Quinta-feira

A saudade me visitou
procurou em gavetas esquecidas.
Fotos amareladas contando momentos
era a realidade passada falando comigo.
Eu via cada semblante no túnel do tempo
sorrisos de crianças
passos nos jardins de uma casa amarela.
Muita lembrança a traça roía
um furo no papel corroía a face.
Desintegrada e comovida parti para trás
visitei a humanidade e entes queridos.
Peguei uma mão pequenina
senti o cheiro fresco na pele
ouvi alguém chamando a menina.
Voz serena e forte gritava Izabel...
Nesse mundo intocável eu bebi sorrisos
sorvi o contentamento que me falta aqui.
Na falta de espaço naquela gaveta
guardava um mundo
viajantes do espaço
herdeiros registados ali.
Um caderno de anotação vendia de tudo...
comprando saudade pagando com melancolia.
Desafiando a saudade invadindo essa casa
onde mora a senhora de tudo.
Observando a distância quão longe eu iria
atingida por um calafrio...
Gelado o orvalho caía
misturando a lágrimas
desaguava eu e o tempo lá fora.
Acomodei tudo na memória
fechando a gaveta saí dessa era.
Saudade sentida enegrecia em mim
feliz eu entrava, infeliz eu saia...
Trancada ali éramos tantas vidas.
Batendo a porta ela se apresentava
mostrando quem era
a dona da casa amarela.

Autor: Perséfone Diana


Às 17:56 em 25 novembro 2016, Adul Rodri disse...

Cards da Martinha
 
 
 

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