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franciscamenduina

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Respostas a este tópico


Emoções
Sensações aceleram o peito
divagando sigo pelos caminhos
procurando suprir os sentimentos,
o vento forte desequilibra o corpo
tal a fragilidade;
Ódio e saudade misturam-se
como opostos sofrimentos
há! mente perturbada,
aflige meus pensamentos
levam-me à loucura total,
sem discernir tal dor...
caindo de joelhos atordoada
vai e vem o olhar vazio
no céu que cobre esta alma,
há guerra onde seria amor
razão e emoção se misturam
num habitat desconhecido.

Menduina

Antes que me vá


Sinto
O dia aqui
E você...

Nada
Disse
A mim...

Fecho
Meus
Olhos,

Nem um
Beijo
Deste...

A mão
Afaga
O rosto...

Frio, e
Sonhos
Virão

Arde
Em ti
A sombra

Que o
Tempo
Leva...
 

Menduina

Vida calada
A vida calada, sem destino me deixou,
abdiquei de tudo por medo de muitos
do âmago trouxe forças para viver
tortuosos caminhos fui conduzida;
infames mentiras suportei, chorei tanto!
palavras torpes me disseram;
tentei transcender poeticamente
quase fui derrotada pelo destino,
lastimo me calar ao delator;
O que habita em mim, oh! Senhor
que me faz sofrer tanto assim,
calamidades padeci, e padeço,
dentro do peito rasgo minha dor,
feroz enfermidade que hoje
transforma meu raciocínio em nada,
e que frauda o corpo quase inerte
transforma minha vida em negras nuvens
ando pelo lamaçal da vida
os pés não obedecem mais!
do que vale meu futuro?
que futuro?

Menduina


Meu Amor idolatrado

Nunca disse não a nada pra ti
Era sinal que implorava teu amor
Horas seguidas senti frio e medo
Tua serva era quando vinhas
Se um dia acordares e pensares em mim
No que fomos um pro outro
Que eu estava sempre disposta na hora do amor
Em tudo tua vontade prevalecia
Eu obediente era tua
Quantas vezes esquecia-me de mim
Meu horizonte continua com teu nome
E teus olhos ainda comandam minha vida
Eu sofro sabes bem disto
O amor verdadeiro nunca esvai-se
Um dia quando me for levarei comigo
Teu olhar, o sorriso que me dá
Deixarei contigo a saudade
De não me ter mais
Em teus braços.

Menduina


Os poetas cantam


A linguagem dos poetas são misteriosas
mesmo simplórias podem cantar o amor
sentir aroma de flores onde não há,
da alma eles tiram amores distantes
choram o amor que nem existem...
cantam a melancolia embebecida em flor
sorri quando as ondas do mar o chamam,
o poeta é o grito de paz e paixão...
Tão extremas as letras que compõem,
as poesias de amor ou de dor;
Seus peitos dilaceram no desejo de amar,
adormecem em sonhos profundos da vida!
Há! os poetas, entram dentro de si mesmo
contracenam com os sentimentos,
faz dos desejos suas próprias armas
sentem beijos na boca sem ter dado,
os mistérios eles escondem,
são eternos amantes,
viajam pelas nuvens, flutuam;
Os poetas são os únicos
seres mais sonhadores.

Menduina


Aonde foram todos


Sentada numa cadeira de balanço, no vai e vem
os pensamentos voaram anos atrás, o céu lindo!
relembrar os amigos que passaram.
na infância longínqua todos cresceram casaram-se,
a vida seguiu seu ciclo natural!
lembrando dos amigos, alguns como magia lentamente
passaram, outros iam passando sem que percebesse
logo sumiam. Alguns deles ternos e companheiros,
outros que logo traiam mostrando seu caráter, alguns
fingiam-se de bons para obter a confiança logo dava
o golpe. A vida é uma roda viva, e passageira seguia
sendo enganada, ela tola inocente deixava-se enganar.
queria tão pouco...apenas um amigo, um abraço,
Um companheiro solidário, que a aconchegasse.
A maioria nem adeus disse, apenas desaparecia como ar.
à alguns anos atrás perdido na memória foi a ocasião de
conhecer quem realmente era amigo, seu esposo caiu em
grande desgraça. Ela sozinha em grande sofrimento olhou
para todos os lados; onde estavam os amigos? Aqueles que
em noites de jantares regado a vinhos importados estavam
ali bajulando. Desapareceram como magia...
os filhos já casados desapareceram, nem uma pergunta.
apenas dois ficaram fortalecendo o dia a dia... o filho
caçula também casado, mas ficou, e como ficou...
e o principal Jesus foram o conforto de anos e anos.
não queria esmolas de ninguém, apenas um abraço.
aonde andam todos por favor?
não precisa dar nada, nem o telefone tocava era como lepra.
os presentes e lembretes os convite tudo, o vento levou,
como estarão suas almas mesquinha agora?
as pedra mudaram seus rumos tudo mudou,
não deixem que o mal que fizeram corroa suas vidas,
ainda é tempo de resignação...
quem sabe nos esbarremos nos labirintos
desta vida que não esconde nada.

Menduina

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