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Estudo Sistematizado da Doutrina Espírita
Programa III: As Leis Morais
Ano 1 - N° 34 - 9 de Dezembro de 2007
THIAGO BERNARDES
thiago_imortal@yahoo.com.br
Curitiba, Paraná (Brasil)

A liberdade natural e a
escravidão

Apresentamos nesta edição o tema n.o 34 do Estudo Sistematizado da Doutrina Espírita, que está sendo aqui apresentado semanalmente, de acordo com programa elaborado pela Federação Espírita Brasileira, estruturado em seis módulos e 147 temas.

Se o leitor utilizar este programa para estudo em grupo, sugerimos que as questões propostas sejam debatidas livremente antes da leitura do texto que a elas se segue. Se destinado somente a uso por parte do leitor, pedimos que o interessado tente inicialmente responder às questões e só depois leia o texto referido.

As respostas correspondentes às questões apresentadas encontram-se no final do texto abaixo.

Questões para debates

1. Que é livre-arbítrio?

2. A liberdade concedida ao ser humano é ilimitada?

3. Que pensar da escravidão e das leis que a consagraram em nosso mundo?

4. Que ocorre com as pessoas que arbitrariamente cerceiam a liberdade dos outros?

5. Quantas espécies de homens existem na face da Terra?

Texto para leitura

O livre-arbítrio é apanágio do ser humano
1. A liberdade é a condição básica para que a alma construa o seu destino. Apanágio do ser humano, o livre-arbítrio é a faculdade que tem o indivíduo de determinar sua própria conduta, ou, em outras palavras, a possibilidade que ele tem de, entre duas ou mais opções, escolher uma delas e fazer que prevaleça sobre as outras.

2. Sem o livre-arbítrio, o homem não teria mérito em praticar o bem ou evitar o mal, pois, sem poder usar livremente a sua vontade, ele não seria mais do que um autômato. Com o livre-arbítrio, ao contrário, ele passa a ser o arquiteto de sua própria existência e construtor de sua felicidade ou infelicidade.

3. A liberdade e o livre-arbítrio ampliam-se de acordo com sua elevação e conhecimento. O livre-arbítrio confere, porém, ao homem a responsabilidade dos próprios atos, por terem sido praticados livremente e de acordo com a sua própria vontade.

4. Intrinsecamente livre, criado para a vida feliz, o homem traz, porém, inscritos na própria consciência, os limites de sua liberdade. Jamais devendo constituir tropeço na senda por onde avança o seu próximo, é-lhe vedada a exploração de outras vidas, das quais subtraia o direito de liberdade.

5. A liberdade legítima decorre da legítima responsabilidade, não podendo triunfar sem esta. A responsabilidade resulta do amadurecimento pessoal em torno dos deveres morais e sociais, que constituem a questão matriz fomentadora dos lídimos direitos humanos.

A escravidão é um erro inconcebível
6. De acordo com a lei natural todos os seres possuem direitos. A toda criatura é concedida a liberdade de pensar, falar e agir, desde que essa concessão subentenda o respeito aos direitos do próximo. Ser livre é saber, assim, respeitar os direitos alheios, porque desde que juntos estejam dois homens há entre eles direitos recíprocos que lhes cumpre respeitar.

7. Vivemos em um planeta que se caracteriza pela predominância do mal sobre o bem. A Terra, como sabemos, é ainda um mundo inferior onde seus habitantes estão submetidos a provas e expiações. É por isso que muitos Espíritos que aqui vivem não possuem o discernimento natural para o emprego da liberdade que Deus lhes concedeu. A ocorrência de abusos de poder, manifestada nas tentativas de o homem escravizar o próprio homem, em variados graus e formas, é o exemplo típico do mau uso dessa lei natural.

8. À medida que o ser humano evolui, cresce com ele a responsabilidade sobre os seus atos, sobre as suas manifestações verbais e, até mesmo, sobre os seus pensamentos. Nesse estágio evolutivo passa a compreender que a liberdade não se traduz por fazer ou deixar de fazer determinada coisa, irresponsavelmente. Procura, então, medir sua linha de ação, de maneira que esta não atinja desastrosamente o próximo. Compreende que sua liberdade termina onde começa a do próximo, e exerce sua vontade própria de maneira mais coerente e responsável.

9. A sujeição absoluta de um homem a outro constitui, portanto, um erro gravíssimo, de conseqüências desastrosas para quem o pratica. A escravidão, seja ela física, intelectual, social ou econômica, é sempre um abuso da força e tende a desaparecer com o progresso da Humanidade.

10. Quem arbitrariamente desfere golpes cerceando a liberdade dos outros, escravizando-os pelos diversos processos que o mundo moderno propicia, sofrerá mais tarde a natural conseqüência de seus atos, e essa será a vergasta da dor, que desperta e corrige, educa e levanta para os tirocínios elevados da vida.

Há uma única espécie de homens e todos são irmãos
11. Nossa liberdade não é absoluta porque vivemos em sociedade, em que devemos respeitar os direitos das outras pessoas. É, portanto, um absurdo aceitar qualquer forma de escravidão, cuja abolição assinala um progresso inequívoco da legislação e dos costumes deste mundo.

12. Durante muito tempo, segundo a História, aceitou-se como justa a escravização dos povos vencidos nas guerras, assim como foi permitido pelas leis humanas que os homens de certas raças fossem caçados e vendidos, quais bestas de carga, na falsa suposição de que eram seres inferiores e, segundo alguns, nem mesmo pertenciam à Humanidade.

13. Coube ao Cristianismo mostrar que perante Deus só existe uma espécie de homens e que pretos, brancos, vermelhos e amarelos, somos todos irmãos.

14. Com a abolição da escravatura, todos nós podemos dispor livremente de nossa vida, o que é um grande passo, embora estejamos ainda muito distantes de uma vivência mundial de integral respeito às liberdades humanas, em que as outras formas de escravização deixem de existir, um sonho que um dia, sem qualquer dúvida, se tornará realidade no mundo em que vivemos.

Respostas às questões propostas
1. Que é livre-arbítrio? R.: Apanágio do ser humano, o livre-arbítrio é a faculdade que tem o indivíduo de determinar sua própria conduta, ou, em outras palavras, a possibilidade que ele tem de, entre duas ou mais opções, escolher uma delas e fazer que prevaleça sobre as outras.

2. A liberdade concedida ao ser humano é ilimitada? R.: Não. A liberdade e o livre-arbítrio ampliam-se de acordo com sua elevação e conhecimento.

3. Que pensar da escravidão e das leis que a consagraram em nosso mundo? R.: A sujeição absoluta de um homem a outro constitui um erro gravíssimo, de conseqüências desastrosas para quem o pratica. A escravidão, seja ela física, intelectual, social ou econômica, é sempre um abuso da força e tende a desaparecer com o progresso da Humanidade.

4. Que ocorre com as pessoas que arbitrariamente cerceiam a liberdade dos outros? R.: Quem arbitrariamente desfere golpes cerceando a liberdade dos outros, escravizando-os pelos diversos processos que o mundo moderno propicia, sofrerá mais tarde a natural conseqüência de seus atos, e essa será a vergasta da dor, que desperta e corrige, educa e levanta para os tirocínios elevados da vida.

5. Quantas espécies de homens existem na face da Terra? R.: O Cristianismo mostrou-nos que perante Deus só existe uma espécie de homens e que pretos, brancos, vermelhos e amarelos, somos todos irmãos.

Bibliografia:

O Livro dos Espíritos, de Allan Kardec, itens 826, 829 e 843.As leis morais, de Rodolfo Calligaris, págs. 148 a 151. As leis morais da vida, de Joanna de Ângelis, psicografado por Divaldo P. Franco, págs. 133 e 134.

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