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Blog de Patrizia Gardona (980)

Canção das mulheres

Que o outro saiba quando estou com medo, e me tome nos braços sem fazer perguntas demais.

Que o outro note quando preciso de silêncio e não vá embora batendo a porta, mas entenda que não o amarei menos porque estou quieta.

Que o outro aceite que me preocupo com ele e não se irrite com minha solicitude, e se ela for excessiva saiba me dizer isso com delicadeza ou bom humor.

Que o outro perceba minha fragilidade e não…

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Adicionado por Patrizia Gardona em 9 julho 2020 às 9:00 — Sem comentários

Mulher Cigana

Suave lá vem ela

Mulher Cigana mulher bela

Um campo de flores

Uma alma de muitas cores



O tempo apenas ilusão

Uma Cigana de coração



Saia vermelha, costas nuas

Ela dança com a lua



No cabelo uma flor

Na vida paz, prosperidade e amor



Fecho meus olhos só miro ela

Cigana, morena mulher bela



As labaredas do fogo queimando

Ciganos alegres…

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Adicionado por Patrizia Gardona em 8 julho 2020 às 9:00 — 1 Comentário

Devolve

Mandaste as velhas cartas comovidas,

Que na febre do amor te enviei;

Mandaste o que ficou de duas vidas:

O romance, uma dor que provei...

Mandaste tudo, porém,

Falta o melhor que te dei:



Devolve toda a tranquilidade

Toda a felicidade

Que eu te dei e que perdi

Devolve todos os sonhos loucos

Que eu construí aos poucos

E te ofereci

Devolve, eu peço, por favor

Aquele…

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Adicionado por Patrizia Gardona em 8 julho 2020 às 8:30 — Sem comentários

Havia a levíssima embriaguez

Havia a levíssima embriaguez de andarem juntos, a alegria como quando se sente a garganta um pouco seca e se vê que por admiração se estava de boca entreaberta: eles respiravam de antemão o ar que estava à frente, e ter esta sede era a própria água deles. Andavam por ruas e ruas falando e rindo, falavam e riam para dar matéria peso à levíssima embriaguez que era a alegria da sede deles.

Por causa de carros e pessoas, às vezes…

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Adicionado por Patrizia Gardona em 7 julho 2020 às 9:30 — Sem comentários

Encomenda

Desejo uma fotografia

como esta — o senhor vê? — como esta:

em que para sempre me ria

como um vestido de eterna festa.



Como tenho a testa sombria,

derrame luz na minha testa.

Deixe esta ruga, que me empresta

um certo ar de sabedoria.



Não meta fundos de floresta

nem de arbitrária fantasia...

Não... Neste espaço que ainda resta,

ponha uma cadeira…

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Adicionado por Patrizia Gardona em 6 julho 2020 às 10:00 — Sem comentários

O ponto G

Ah, o ponto G, esse paraíso secreto que leva os homens a explorações minuciosas. Tanto trabalho por nada. Não temos um ponto G, mas dois, um em cada lateral da cabeça, e não é preciso tirar nossa roupa para nos deixar em êxtase. Falem, rapazes. Digam tudo o que sentem por nós, assim, assim... isso.

Concordo com a autora de "A casa dos espíritos": o melhor afrodisíaco é a declaração de amor. Não aquelas mecânicas, faladas no…

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Adicionado por Patrizia Gardona em 5 julho 2020 às 10:00 — Sem comentários

A arte de ser feliz

Houve um tempo em que minha janela se abria

sobre uma cidade que parecia ser feita de giz.

Perto da janela havia um pequeno jardim quase seco.

Era uma época de estiagem, de terra esfarelada,

e o jardim parecia morto.

Mas todas as manhãs vinha um pobre com um balde,

e, em silêncio, ia atirando com a mão umas gotas de água sobre as plantas.

Não era uma rega: era uma espécie de aspersão ritual, para…

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Adicionado por Patrizia Gardona em 4 julho 2020 às 10:30 — Sem comentários

Quero ignorado, e calmo

Quero ignorado, e calmo

Por ignorado, e próprio

Por calmo, encher meus dias

De não querer mais deles.



Aos que a riqueza toca

O ouro irrita a pele.

Aos que a fama bafeja

Embacia-se a vida.



Aos que a felicidade

É sol, virá a noite.

Mas ao que nada espera

Tudo que vem é grato.

Fernando Pessoa

Fonte:…

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Adicionado por Patrizia Gardona em 3 julho 2020 às 9:00 — Sem comentários

Despedida

Por mim, e por vós, e por mais aquilo

que está onde as outras coisas nunca estão,

deixo o mar bravo e o céu tranquilo:

quero solidão.



Meu caminho é sem marcos nem paisagens.

E como o conheces? - me perguntarão.

- Por não ter palavras, por não ter imagens.

Nenhum inimigo e nenhum irmão.



Que procuras? - Tudo. Que desejas? - Nada.

Viajo sozinha com o meu coração.

Não ando…

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Adicionado por Patrizia Gardona em 2 julho 2020 às 9:30 — Sem comentários

Poemas

Os poemas são pássaros que chegam não se sabe de onde e pousam no livro que lês.

Quando fechas o livro, eles alçam vôo como de um alçapão.

Eles não têm pouso nem porto;

alimentam-se um instante em cada par de mãos e partem.

E olhas, então, essas tuas mãos vazias,

no maravilhado espanto de saberes

que o alimento deles já estava em ti...

Mario Quintana

Fonte:…

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Adicionado por Patrizia Gardona em 1 julho 2020 às 9:00 — Sem comentários

Para que a existência valha a pena…

Não lembro em que momento percebi que viver deveria ser uma permanente reinvenção de nós mesmos — para não morrermos soterrados na poeira da banalidade, embora pareça que ainda estamos vivos.



Mas compreendi, num lampejo: então é isso, então é assim. Apesar dos medos, convém não ser demais fútil nem demais acomodada. Algumas vezes é preciso pegar o touro pelos chifres, mergulhar para depois ver o que acontece: porque a vida…

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Adicionado por Patrizia Gardona em 30 junho 2020 às 9:30 — Sem comentários

Abençoadas sejam...

Abençoadas sejam as surpresas risonhas do caminho. As belezas que se mostram sem fazer suspense. As afeições compartilhadas sem esforço.

As vezes em que a vida nos tira pra dançar sem nos dar tempo de recusar o convite.

As maravilhas todas da natureza, sempre surpreendentes, à espera da nossa entrega apreciativa.

A compreensão que floresce, clara e mansa, quando os olhos que veem são da bondade.

Abençoados sejam…

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Adicionado por Patrizia Gardona em 29 junho 2020 às 8:30 — Sem comentários

Cicatriz

Eu achava que nunca deixaria de doer.

Que havia machucado de tal modo que a dor nunca arredaria os pés dali.

Que aquele incomodo não passaria mais.

Eu estava enganada: passou.

A memória me conta com frequência cada vez menor o que aconteceu.

Lembranças de vez em quando vêm dizer que uma dor existiu bem ali, mas não dói mais.

Ana Jácomo

Fonte:…

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Adicionado por Patrizia Gardona em 28 junho 2020 às 11:30 — Sem comentários

Despertar

Não sei exatamente em que momento comecei a despertar. Só sei que comecei a compreender o respeito e a reverência que a experiência humana merece. A me dar conta de delícias que passaram despercebidas durante um sono inteiro.

E a lembrar do que estou fazendo aqui.

Ainda que eu não faça.

Ainda que os vícios que o sono deixou costumem me atrapalhar.

Ainda que, de vez em quando, finja continuar dormindo.

Mas não…

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Adicionado por Patrizia Gardona em 27 junho 2020 às 12:30 — Sem comentários

Poema Ana Jacomo

https://karinizumi.files.wordpress.com/2013/11/anajacomo.jpg

Adicionado por Patrizia Gardona em 26 junho 2020 às 8:30 — Sem comentários

Na própria pele

Depois de tantas buscas, encontros, desencontros, acho que a minha mais sincera intenção é me sentir confortável, o máximo que eu puder, estando na minha própria pele. É me sentir confortável, mesmo convivendo com tantas perguntas que o tempo não respondeu e com a ausência de qualquer garantia de que ele ainda responda. É me sentir confortável, mesmo entendendo que as respostas que tenho mudarão, como tantas já mudaram, e que também…

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Adicionado por Patrizia Gardona em 25 junho 2020 às 9:30 — Sem comentários

Muitas vezes...

Muitas vezes dizemos amar, mas estamos só desrespeitando. Dizemos amar, mas estamos só impondo. Dizemos amar, mas estamos só olhando para nós mesmos.

Dizemos amar, mas estamos só fazendo adoecer as belezas disponíveis.

Dizemos amar, mas estamos só amarrando sementes e calando primaveras.

Dizemos amar, mas estamos só inflando nuvens que escondem cada vez mais o sol.

Dizemos amar, mas estamos só dizendo. Amor tem…

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Adicionado por Patrizia Gardona em 24 junho 2020 às 9:00 — Sem comentários

O Coração humano...

Como faz com toda gente,a vida já aprontou tantas comigo, já me testou emocionalmente de tantas maneiras, já cansou tanto a minha beleza com suas armadilhas medidoras de fé, que, no fim das contas, ou aqui bem no meio delas, ela me trouxe a graça e a liberdade de experimentar viver com um coração que não é de todo valente, mas que é humano. Coração humano é feito para o afeto, quer a gente consiga viver ou não esse chamado.…

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Adicionado por Patrizia Gardona em 23 junho 2020 às 7:00 — Sem comentários

O que pravelece...

O que prevalece agora é essa maneira nova de sentir a vida. Essa perspectiva que me faz admirar, incansáveis vezes, antigas preciosidades. Essa vontade de bendizer tantas maravilhas.

Esse sentimento de gratidão pelas coisas mais simples que existem.

Esse jeito mais amigo de ouvir meu coração.

O que prevalece agora é essa apreciação mais desperta,

que me permite reinaugurar flores e céus e pessoas no meu…

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Adicionado por Patrizia Gardona em 22 junho 2020 às 9:00 — Sem comentários

Lagrimas

Torça bem as lágrimas, uma a uma, até desencharcar o coração. Depois, estenda a tristeza pra secar no varal da auto gentileza. Lá costuma bater sol.

Ana Jácomo
Fonte: Pensador.com/autor/ana_jacomo

Adicionado por Patrizia Gardona em 21 junho 2020 às 8:30 — Sem comentários

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